Galeria Plural

Luisa Libardi

Aracaju/Sergipe

Em 2015 acrescentei a fotografia à minha pesquisa.

A ideia era buscar a suavidade e a poesia que via na natureza e transportar para a imagem. Fiz uso do papel japonês para interpor às fotografias, como um véu disfarçado que oculta.

O distanciamento do real me interessava para deixar o imaginário agir.

Não queria nada óbvio e sim sutilezas, deixar o espectador fazer o final da obra em sua mente: imaginar, divagar…

Procurei essas sutilezas também no Photoshop ao fazer uso das sobreposições e assim mais transparências surgiram. Fiz uso das minhas aquarelas com a temática da natureza e sobrepus com as fotos. O universo criativo a partir dessas descobertas foram inúmeras, era como se estivesse pintando cada foto, analisando cada ideia que surgia, cada detalhe e enquadramento, cor, textura.

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